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Brazil Pays destaca segurança e transparência na nova fase dos pagamentos internacionais

Marina Alves, CEO da fintech, analisa as novas regras do Banco Central e defende a combinação entre tecnologia, conformidade e facilidade para o consumidor.
A Brazil Pays defende a combinação entre tecnologia, transparência e conformidade como base para a evolução dos pagamentos internacionais. A avaliação de Marina Alves, CEO da fintech, acompanha a atualização das regras do serviço de pagamento ou transferência internacional, conhecido como eFX, pela Resolução BCB nº 561, que entra em vigor em 1º de outubro de 2026.
“O consumidor quer fazer um pagamento internacional com a mesma facilidade com que realiza uma operação no Brasil, mas essa simplicidade precisa estar sustentada por uma estrutura segura, transparente e em conformidade com as regras”, afirma Marina.
A empresa conecta empresas nos Estados Unidos a consumidores brasileiros, com soluções que permitem ao cliente pagar em reais, por Pix ou cartão brasileiro, enquanto o negócio recebe em dólares. Essa atuação insere a fintech no debate sobre como conciliar facilidade de pagamento e responsabilidade nas operações entre os dois países.
A nova regulamentação estabelece categorias de instituições autorizadas pelo Banco Central que podem prestar o serviço eFX, com regras de transição para prestadores ainda não enquadrados. Também reforça a prestação de informações ao BC e prevê contas segregadas destinadas ao trânsito dos recursos dos clientes.
“Quando a regulação evolui, todo o setor precisa evoluir junto. Isso significa investir em tecnologia, controles, rastreabilidade e processos capazes de oferecer segurança sem tornar a experiência do cliente complicada”, explica.
Na avaliação da executiva, as principais mudanças acontecem nos bastidores: na identificação dos participantes, no acompanhamento dos recursos e na definição das responsabilidades de cada etapa. Para quem compra ou contrata um serviço no exterior, o objetivo continua sendo realizar o pagamento de forma simples.
“O futuro dos pagamentos internacionais será construído pela combinação entre facilidade para o usuário, tecnologia e conformidade. Quem conseguir reunir esses três elementos estará preparado para um mercado cada vez mais conectado”, conclui Marina Alves.
Fontes: Gazeta24h — entrevista com Marina Alves | Banco Central — Resolução BCB nº 561
