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Brazil Pays explica a tecnologia por trás dos pagamentos internacionais

Para o consumidor, a experiência acontece em poucos segundos. Nos bastidores, porém, empresas especializadas conectam moedas, instituições e diferentes etapas financeiras para viabilizar a operação.
O Pix mudou a forma como os brasileiros realizam pagamentos. A rapidez, a praticidade e a familiaridade com o QR Code fizeram com que essa experiência também passasse a ser procurada durante viagens, compras e contratações de serviços no exterior.
Embora a transação pareça simples para o consumidor, permitir que uma empresa estrangeira aceite pagamentos iniciados em reais exige uma estrutura tecnológica e financeira capaz de conectar os dois lados da operação.
Em matéria publicada pela Gazeta de Viagens, Marina Alves, CEO da Brazil Pays, explicou que o Pix continua sendo uma infraestrutura doméstica brasileira. Por isso, quando um estabelecimento no exterior oferece essa opção ao consumidor, existe uma operação internacional acontecendo nos bastidores.
“O consumidor aponta o celular para um QR Code, confirma o pagamento e, em segundos, enxerga a compra como concluída. O que ele não vê é toda a infraestrutura necessária para que uma operação envolvendo países, moedas e empresas diferentes funcione de maneira organizada”, explica Marina.
Aceitar Pix fora do Brasil não significa simplesmente instalar o sistema brasileiro em outro país. Dependendo da estrutura adotada, a operação pode envolver identificação e processamento do pagamento, procedimentos financeiros e cambiais aplicáveis e o encaminhamento dos recursos ao estabelecimento.
É nesse ambiente que atuam empresas especializadas em pagamentos internacionais. Elas ajudam a conectar a experiência familiar do consumidor brasileiro às necessidades comerciais e financeiras das empresas localizadas no exterior.
A Brazil Pays participa dessa cadeia oferecendo tecnologia para aproximar consumidores brasileiros e empresas internacionais. O objetivo é permitir que toda a complexidade da operação aconteça nos bastidores, mantendo uma experiência simples e intuitiva para quem está realizando a compra.
“O grande desafio é transformar uma operação tecnicamente complexa em algo simples para quem está comprando. O consumidor não quer entender todas as etapas do processamento. Ele quer saber quanto vai pagar, confirmar a compra e seguir a vida”, destaca a CEO.
A expansão desse modelo acompanha uma mudança no comportamento dos consumidores. Acostumado à agilidade do Pix no Brasil, o público brasileiro tende a valorizar formas de pagamento conhecidas também quando consome produtos ou serviços no exterior.
Para as empresas internacionais, oferecer uma experiência mais próxima da realidade financeira desse público pode reduzir barreiras no momento da compra e ampliar as possibilidades de relacionamento com clientes brasileiros.
Além da tecnologia, essa conexão exige conhecimento sobre hábitos de consumo, particularidades dos dois mercados e expectativas de quem está em cada ponta da transação.
Na avaliação de Marina Alves, o avanço dos pagamentos internacionais não depende apenas de movimentar o dinheiro com mais rapidez. O verdadeiro diferencial está em organizar diferentes sistemas e processos sem transferir essa complexidade para o consumidor.
“A tecnologia de pagamento funciona melhor quando o cliente quase não percebe que ela está ali. Se por trás existem várias etapas e sistemas diferentes, nosso trabalho é fazer com que, na frente, a experiência continue simples”, conclui.
A atuação da Brazil Pays parte justamente desse propósito: utilizar tecnologia e conhecimento de mercado para superar barreiras e construir pontes entre empresas no exterior e consumidores brasileiros.
Fonte: Gazeta de Viagens — matéria com Marina Alves, CEO da Brazil Pays
